quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nem EU sabia que podia fazer

Eu não sei oq vão pensar, mas estas palavras são para serem lidas e não entendidas, porque se eu não sei oq vou dizer aqui, como é que vocês irão entende-las?
Faz de conta que estou exercitando meu lado dadaísta ou revisitando o perfil de algumas daquelas escolas, mas que uma coisa fique clara, não é da literatura que eu gosto, não é da palavra com e sem sentido que eu gosto, na verdade, eu gosto do som, do som que gruda na mente, na sua, na minha, do som que o eco leva por aí e não sabemos até onde isso vai parar.

Eu nem sabia, mas aqui vai uma dica: não há nada de errado em falar daquilo que vc ñ conhece, ou de alguém que não existe, ou há? Bom, decide aí e depois me diz.

É que eu não quero errar, porque eu sempre faço as coisas erradas, logo, é bem capaz de isto ser um erro, e sem querer, já estou errando outra vez, mas do que adiante, né? Eu sempre faço assim, é como um vício, o lado ruim.

Mas hey vocês, o que é que fica disto aqui? É insano pensar que isto é insano ou é normal achar que palavras soltas são normais e que tendem a se agruparem se a mão certa as tocarem?

E aqui está...a mão certa, com estilo próprio...

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